ABRACADABRA

// privacidade

Privacidade

Esta página descreve o que este site coleta, por que coleta e como pedir que seja apagado. Sem cláusula genérica e sem letra miúda — num serviço cujo produto é sigilo, uma política ilegível seria uma contradição.

// princípio

O menor rastro possível

A mensagem que alguém envia a uma agência de investigação pode começar com “suspeito que meu marido…” ou “preciso encontrar meu filho…”. Guardar isso num banco de dados de hospedagem compartilhada criaria um passivo justamente no negócio cujo produto é sigilo.

Por isso o site foi construído para não armazenar o que não precisa armazenar. O que segue não é uma promessa de conduta: é a descrição de como o sistema funciona.

// formulário

O formulário de contato

O formulário em /contato pede três campos: nome, um meio de contato (telefone ou e-mail) e a mensagem. Nada além disso é solicitado, e nenhum campo pede documento, endereço ou dado de terceiro.

O que você escreve é enviado direto por e-mail para quem atende e não é gravado em disco no servidor. Não há banco de dados, planilha ou arquivo de log com o conteúdo das mensagens. Se o envio falhar, o formulário oferece o WhatsApp como alternativa — e mesmo assim nada fica em repouso no servidor.

O envio também não passa por serviço de formulário de terceiro. É processado no próprio domínio, o que evita que uma mensagem sigilosa transite por plataforma externa.

Para impedir que robôs de spam inundem a caixa de quem atende, o sistema exige um intervalo de 30 segundos entre dois envios do mesmo visitante. Para saber que se trata do mesmo visitante, o endereço IP é convertido em um código irreversível (hash SHA-256), e apenas esse código — não o IP — é guardado, num arquivo vazio e temporário. Ele não identifica você e não é usado para mais nada.

Por quanto tempo: a mensagem permanece na caixa de e-mail de quem atende enquanto for útil ao atendimento. Você pode pedir que ela seja apagada a qualquer momento, escrevendo para o endereço no fim desta página.

// medição

A medição de audiência

O site usa o Google Tag Manager para medir audiência. Isso significa que o Google recebe, a cada visita: as páginas que você abriu, o endereço IP, dados do aparelho e do navegador e um identificador guardado em cookie no seu navegador.

Registramos também o clique nos botões de WhatsApp — apenas de qual parte da página o clique partiu, e em qual página. Nenhum conteúdo de conversa é registrado; o que você escreve no WhatsApp acontece fora daqui.

Vale um aviso honesto: em um site como este, o endereço da página já diz muito. Saber que alguém visitou uma página sobre investigação conjugal é diferente de saber que visitou a página inicial. Se isso for uma preocupação para você, as opções do parágrafo seguinte importam — e navegar em janela anônima também ajuda.

Como recusar: você pode bloquear cookies nas configurações do navegador, usar o complemento oficial do Google que desativa essa medição, ou navegar em modo anônimo. O site funciona inteiro sem a medição — nenhuma página depende dela.

Base legal: legítimo interesse (art. 7º, IX da LGPD), para entender quais conteúdos são úteis e melhorar o site. Você pode se opor a esse tratamento pelo endereço no fim desta página.

Por quanto tempo: pelo prazo configurado na ferramenta do Google, que também mantém os dados sob a própria política de privacidade.

// terceiros

Quando você sai daqui

Ao clicar num botão de WhatsApp, você deixa este site e entra num serviço da Meta, com política própria. O mesmo vale para o e-mail: a conversa passa a acontecer no provedor de e-mail, não aqui.

O site é hospedado em servidor de terceiro, e servidores web mantêm registro de acesso por padrão — é assim em qualquer site da internet. Esse registro é do provedor de hospedagem e segue a política dele.

Fora isso, nada do que você envia é vendido, alugado ou compartilhado. Não há pixel de rede social, não há ferramenta de chat de terceiro e não há rastreador de publicidade neste site.

// sigilo

O sigilo profissional é outra camada

Esta política trata do site. O que acontece depois, num atendimento, é regido por obrigação mais forte: a Lei 13.432/2017 impõe ao detetive particular o dever legal de sigilo sobre o que apura — e esse dever continua valendo depois de encerrado o caso.

O relatório de uma apuração é entregue exclusivamente a quem contratou. Não é comentado com terceiro, não é usado como exemplo e não aparece neste site: nenhum caso real é publicado, nem anonimizado.

// seus direitos

O que você pode exigir

A Lei Geral de Proteção de Dados garante os direitos abaixo. Para exercer qualquer um deles, basta escrever — não há formulário próprio nem prazo de carência.

  1. 01

    Saber se há dado seu

    Confirmar se tratamos algum dado a seu respeito e, havendo, ter acesso a ele.

  2. 02

    Corrigir

    Pedir correção de dado incompleto, inexato ou desatualizado.

  3. 03

    Apagar

    Pedir a exclusão do que foi enviado. No caso da mensagem de contato, isso é apagar o e-mail — e é feito.

  4. 04

    Saber com quem foi dividido

    Ser informado sobre com quem compartilhamos dado seu. A resposta está descrita nesta página, e não há outra.

  5. 05

    Se opor

    Discordar de um tratamento feito com base em legítimo interesse — é o caso da medição de audiência.

  6. 06

    Reclamar

    Levar o caso à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, se a resposta que dermos não resolver.

// responsável

Quem responde por isto

O controlador dos dados descritos aqui é Oficial Investigações Ltda, CNPJ 65.733.448/0001-60, que opera sob o nome Abracadabra Investigações.

// Última revisão: 11 de setembro de 2026